Tudo o que sinto gosto de por no papel. Vão me conhecer a cada texto! Bem vindos a um blog onde crônicas sobre a vida de uma garota de 17 anos serão postadas.
Respira moça.
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Respira moça
Solte o ar
Liberte-se daquilo que te prende.
Faz alguns meses que vocês terminaram de vez, você parou de querer as recaídas que não passavam disso e desde então se convence todos os dias a seguir em frente. Começa a frequentar lugares os quais nunca pensou que frequentaria, reencontrou amigos, fez novos e de repente ali começava uma nova fase sem ele. Era tão estranho, por melhor que você estivesse indo a ficha não caia. Parecia que a qualquer momento ele desarmaria sua zaga e como um atacante que sabe o que faz, marcaria aquele gol fácil, que nem o Ronaldinho costumava fazer em seus dias de glória. Mas então você se apega aquele mundo novo, vive cada momento e continua na sua tentativa de seguir em frente. Até namorado novo arruma, passa a sorrir com mais frequência e tudo de fato parece um conto de fadas. Você se convence de que ele ficou no passado. Contudo num dia qualquer, num acesso de saudade... Você nem mesmo sabe o que foi. Só sabe que o celular está em suas mãos em uma chamada para...
Esse semestre resolvi me matricular numa disciplina de Educação Física, ainda estou a decidir se foi um erro ou não. Vou expor o porquê. A disciplina é sobre Handebol e Basquetebol, com foco no ensino, aí você pergunta: Por que diabos uma jornalista em formação foi fazer uma disciplina dessas? Porque a tal da jornalista quer ser a melhor comentarista esportiva que esse mundo já viu e está tentando fazer isso de agora, se aprofundando em esportes que não conhece. (Na real mesmo é porque a disciplina sobre futebol não era aberta). Mas assim, não criei expectativa nenhuma sobre. Real, vim na cara e na coragem, mesmo sabendo que haveriam aulas práticas e quando se trata de Eduarda com bolas, a coisa não é lá das bonitas. Só que não esperava, chegar numa turma de terceiro semestre e voltar a sentir como no Ensino Médio. Sério! Várias panelinhas na sala, comentários até meio pobres acerca do texto, cheios de "Eu acho". Não que eu seja a maior intelectual da ...
Há momentos na vida em que as certezas se perdem e não importa o quanto se esforce para achá-las, mais elas se perdem. Como no dia de inscrição da suplência, no qual a natureza resolveu definir o dia máximo da dúvida, jogando fora toda e qualquer possível certeza que possa alimentar alguma expectativa. A dúvida é sua amiga e inimiga agora. A medida que te corrói, ela te alimenta. Há aqueles que não cedem a ela, são corroídos de um jeito que acabam por sucumbir a desistência: “Para que esperar a chamada se minha nota não foi boa mesmo?” Deixando que a dúvida leve seus sonhos para o longe. Os outros de alimentam dela fervorosamente, de modo tão intenso que estagnam. Acreditam em uma promessa, mas ficam vendo a vida passar, esperando que a dúvida responda suas preces, que magicamente o atacante faça o gol. Entretanto a vida não é assim, seja na inscrição para o banco de suplência ou em outro momento da caminhada que Deus resolva testar nossa fé, devemos per...
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